Vinte clientes, cada um com os próprios viajantes, viagens e uma proposta para enviar. Uma página por cliente em vez de duas horas reformatando.
Viagens do começo ao fim
Diga para onde vai. O resto o agente encontra.
Um bilhete de A para B — ou a cadeia inteira: voos, comboios, hotel, transferes. Não uma lista de links, mas uma viagem montada: preços, ligações e tempo suficiente entre elas. Para uma agência, para uma empresa ou para a sua própria viagem.
Roda na sua própria assinatura do Claude. Não cobramos por busca nem guardamos seus passaportes.
Ver sem instalar nada
Uma busca inteira, da pergunta ao itinerário
A ferramenta roda na sua própria máquina, então esta página não pode mostrar a SUA busca. Pode mostrar a forma inteira de uma: o pedido, o agente trabalhando, o que voltou e a cadeia que ele monta. Viajante inventado, preços inventados, telas reais.
Este exemplo pode ser percorrido pelo teclado. O tab passa pelos quatro passos e depois entra no itinerário; cada trecho abre com Enter e diz os seus horários e o seu preço.
O pedido
Você descreve a viagem, não preenche um formulário de busca. A hora da reunião é uma restrição, não uma observação: tudo o que vem depois é medido contra ela. Campos ou palavras comuns — «de Kiev para Lisboa no dia 14, conferência às dez do dia 15, até novecentos» — é um pedido válido.
De: Kyiv. Para: Lisbon. Ida: 14.09.2026. Volta: 18.09.2026. Quem vai: Vasya Petechkin. Orçamento: €900. Buscar para mim: Transporte, Hotel, Transfer: se precisar.
A busca
O agente abre páginas reais — transportadoras, estações, hotéis, operadores locais — em vez de consultar um único agregador. Por isso leva minutos e não segundos, e por isso encontra a linha de autocarro e a tarifa direta do hotel que uma ferramenta que só olha o Booking nunca vê. E diz em voz alta o que está a ler, para que a espera não seja uma caixa preta.
O que voltou
O que volta não é uma lista de links. Cada opção é um bloco com o seu preço, a sua fonte e o seu link; o agente nomeia a combinação que recomenda e — igualmente importante — diz o que NÃO conseguiu encontrar e porquê. A uma ferramenta que só traz boas notícias não se confia uma ligação.
O itinerário
A cadeia é verificada de ponta a ponta. Cada duração é calculada atravessando os dois fusos em vez de copiada da página, somam-se as formalidades e o trajeto até à cidade, e a folga antes da reunião é dita em minutos. Um trecho que não chega à reunião é nomeado como tal, não fica calado na lista.
A reserva
O agente abre o site do próprio fornecedor, preenche o viajante a partir da ficha que já tem — nome como no passaporte, número do documento, contactos —, passa por lugar e bagagem e para no ecrã de pagamento. Nunca carrega em Pagar. Não é um limite com que tenhamos esbarrado: é onde esta ferramenta deve terminar.
O pagamento
O que volta é um relatório, não uma promessa: o que foi preenchido, onde parou exatamente, que total mostra a página do fornecedor e o que vale a pena ler antes de pagar. Abre essa mesma página, confere o número com o relatório e introduz o cartão. Os dados do cartão nunca chegam ao agente.
Pago
Marcar como pago é o que arranca a papelada: a carta de que o viajante precisa mesmo, as linhas de custo que a contabilidade vai pedir e a lista para o dia antes da partida. Escrito uma vez e a partir da viagem realmente reservada — não redigitado de memória.
Um exemplo resolvido. Os números são inventados; as telas, as palavras e a ordem dos acontecimentos são as que a ferramenta usa.
Passo 1 de 7 — O pedido
Três pessoas compram isto, pelo mesmo motivo
Todas elas estão pagando pelas horas que uma viagem consome quando você a monta na mão.
Conferências, escritórios, visitas. Os padrões da empresa se aplicam sozinhos — classe de viagem, estrelas do hotel, diária, razão social da nota — e o agente acerta a chegada com o horário da reunião.
As suas próprias viagens, todos os recursos, sem limite de buscas. O plano pago começa onde começam as viagens dos OUTROS — não onde começam as partes boas.
Mercados locais
Nem todo lugar é território do Booking.
Os sites globais são o ponto de partida, não a resposta. Em cada viagem os agentes também olham o mercado LOCAL das duas cidades — a ferrovia nacional, o aplicativo de táxi que as pessoas de lá realmente usam, os sites locais de apartamentos, a página do próprio hotel que sai mais barata que o agregador nas mesmas datas.
Uklon e Bolt, trens da UZ, sites locais de apartamentos
SNCB, expresso do aeroporto, serviços locais de transfer
DB, FEX, FreeNow — e a tarifa do próprio hotel
Amtrak, Uber/Lyft, shuttles de aeroporto
Cada opção diz de onde veio e avisa quando um serviço local exige um telefone do país ou não aceita cartão estrangeiro.
Esses são os países que o motor conhece hoje. Os seus entram do mesmo jeito que estes entraram — montados, não configurados.
Preços
As suas próprias viagens — você e a sua família. Todos os recursos, sem limite de buscas.
Clientes ou funcionários sem limite, cada um com os próprios viajantes, viagens e uma proposta pronta para o cliente. Roda na sua própria conta do Claude — nunca medimos as buscas.
Um pagamento pelo período — nenhum cartão fica guardado e nada renova sozinho. As buscas sempre rodam no seu próprio Claude, então nunca as medimos.
Instalamos junto com você — de graça
Marque uma call e instalamos juntos: o motor local, a extensão de navegador que preenche os formulários de reserva NO SEU navegador, os padrões da sua empresa e as primeiras fichas de viajante. Você não precisa de uma pessoa técnica — isso é trabalho nosso, e não custa nada além da licença.
- Uma call gratuita, com a tela compartilhada, no horário que servir para você
- Instalamos o motor e a extensão e conferimos que funcionam
- Dúvidas depois respondidas por e-mail — enquanto a sua licença durar
Como ir de A a B
Quadros de rotas gratuitos: como se viaja entre duas cidades, quanto tempo leva, com que frequência e quanto costuma custar o bilhete. Sem data, sem conta e sem motor.