Ajudamos times a entregar mais rápido — sem refazer o jeito como vocês trabalham
O processo de vocês continua sendo de vocês. Descobrimos para onde o tempo realmente vai no teste manual e ajustamos as ferramentas para que vá menos.
Um campo que se recusava a aceitar o valor. Antes isso significava beco sem saída e desvio manual.
Formulários em MUI. Listas próprias e seletores de data agora preenchem até o fim.
Chamadas para repetir o mesmo processo — a segunda volta segue uma receita salva.
Campos preenchidos — contados pela própria página, e não pelo nosso relatório sobre nós.
Um formulário de 40 campos: à mão contra o motor. Quem confere o resultado continua sendo uma pessoa.
Estas são as nossas medições nas nossas bancadas. Vocês terão uma medição antes do piloto e outra depois — só esse par vale comparação.
Nós não automatizamos testes. Nós aliviamos o testador manual.
Testes automatizados, CI e a pirâmide são território de vocês e não são assunto nosso. Trabalhamos só com a mecânica: quarenta campos digitados à mão, a terceira execução do mesmo cenário, o mesmo cenário em três navegadores. A decisão sobre ser ou não um defeito fica exatamente onde estava — com uma pessoa, que agora tem tempo para tomá-la pensando.
Não escrevemos nem reescrevemos seus testes automatizados
Nem o framework, nem a esteira, nem a cobertura. Seu código de testes fica intacto.
Não reduzimos o time manual
Chegamos a pessoas que vão ficar. Do processo sai a rotina, não a pessoa.
Não decidimos por ninguém se é um defeito
O motor leva o sistema ao estado pedido e mostra o resultado. O veredito é humano.
Tiramos a digitação, as repetições e «o mesmo em três navegadores»
Um processo percorrido uma vez vira receita e se repete em poucas chamadas.
Também configuramos o que vocês já têm
Se o nosso motor não servir, olhamos as ferramentas de vocês: muitas vezes elas fazem o necessário e só estão configuradas para outra tarefa.
Deixamos uma ordem por escrito
Checklists, receitas e relatórios que não dependem de quem está de plantão hoje.
Cinco passos, e dá para parar em qualquer um deles
Uma conversa
Meia hora: vocês contam onde a verificação trava, nós dizemos se enxergamos aí uma tarefa nossa. Se não enxergarmos, falamos — de graça e sem compromisso.
Medição
Pegamos três ou quatro cenários de vocês e cronometramos quanto levam hoje. Sem esse número, «melhorou» é conversa sobre nada.
Configuração
Ajustamos a ferramenta aos seus formulários e widgets. Nosso motor ou o de vocês — o que assentar melhor. Trabalhamos no navegador que o pessoal já tem aberto.
Conferir o resultado
A mesma medição do começo. A diferença é contada pelo cronômetro de vocês, não pelo nosso relato sobre nós.
Depois, se quiserem
Se quiserem, ligamos os demais cenários e ficamos no suporte. Se não, tudo o que foi configurado fica com o time. O primeiro ano de licenças da ferramenta está dentro do projeto; do segundo em diante é uma licença comum — a partir de US$ 149 por posto ao ano, e menos para times de dez pessoas ou mais.
Não é «mágica por dentro», e sim um registro que uma pessoa lê
Cada passo é dito em voz alta e entra no registro. Se um campo resiste, o motor tenta outro caminho e avisa — o vermelho fica reservado a uma recusa real da aplicação.
A diferença aqui não é a velocidade de digitação. Sete minutos são sete minutos em que a testadora não pensa. É isso que tiramos — não o trabalho dela.
A ferramenta vive no navegador que o time já tem aberto
O perfil deles, os logins deles, a sessão viva deles. Nada é instalado nas máquinas de trabalho e o foco da janela nunca é tomado — a pessoa continua trabalhando enquanto a execução corre. Em domínio alheio a ferramenta recusa: ela não sai do sistema sob teste.
Os espaçamentos são medidos no olho — e a tarefa volta da revisão
As pessoas que programam têm acesso automático ao design, mas quase ninguém criou o hábito de usá-lo: os valores são estimados e depois a revisão vira discussão com um «aqui falta ar». Nós instalamos o hábito de tirar os números do design e conferir o que foi construído contra a página. Comparam-se dois conjuntos de números — e a discussão acaba antes de começar.
Uma demonstração: à esquerda os números do design, à direita os medidos na página renderizada. Duas divergências nomeadas com endereço, em vez de chamadas de «torto».
Só se pega o que realmente toma o tempo de vocês
Preencher formulários
Quarenta campos de uma vez, junto com listas próprias, seletores de data e anexos do passo.
Repetir um cenário
Um processo percorrido uma vez vira receita: a segunda volta custa uma chamada por passo.
Um cenário em três navegadores
O mesmo formulário roda em outro motor, e a comparação é factual: aceitou ou recusou.
Design contra front-end
Números do design contra números da página. Divergências em lista, com o endereço do nó.
Limites de acesso
A ferramenta recusa tudo que está fora do sistema sob teste. Código arbitrário nunca é executado.
Relatórios para a revisão
A execução é exportada de um jeito que tanto quem programa quanto quem gerencia consegue ler — sem recontar de viva voz.
Costuma começar com uma frase
«A regressão leva três dias, e em dois deles as pessoas ficam digitando em formulários.» Depois se descobre que os testes automatizados existem e até estão verdes — a parte manual é que nunca foi embora e cresce junto com o produto.
A regressão esbarra na digitação manual
O cenário exige levar o sistema a um estado: uma solicitação, um contrato, três cadastros. Meio dia vai para a preparação, não para a conferência.
O mesmo cenário roda três vezes
De novo depois da correção, de novo no outro navegador. À mão é igualmente monótono nas três.
A experiência vai para a mecânica
Uma profissional forte passa meio dia em algo que não pede experiência nem atenção. Costuma ser a primeira coisa que ela levanta numa conversa a sós.
O front-end volta da revisão em círculo
Espaçamentos tirados no olho, a revisão pega as divergências, a tarefa vai para a segunda rodada — e assim toda semana.
As ferramentas não pegam
Já implantaram duas vezes, e nas duas sobraram scripts que ninguém mantém. Por isso começamos por um cenário e mostramos o resultado antes de combinar qualquer coisa.
Respostas curtas para o incômodo
No fim das contas vocês vão substituir nossos testadores manuais?
Não. Tiramos deles a digitação e as repetições. A conferência e o veredito «defeito ou não» são feitos por uma pessoa — e ficam melhores quando sobra tempo para isso.
Vai ser preciso instalar algo nas máquinas de trabalho?
Não. Trabalhamos no navegador que o time já tem aberto: o perfil deles, os logins deles, a sessão deles. O foco da janela nunca é tomado.
Vocês vão mexer nos nossos testes automatizados e no CI?
Não vamos. Isso é assunto interno do time. Nosso objeto é a parte manual do trabalho e a preparação dos dados.
E o acesso aos nossos dados?
A ferramenta recusa tudo fora do sistema sob teste e não executa código arbitrário — o conjunto de ações é fechado. Os limites ficam por escrito antes do piloto.
Como vamos saber que melhorou?
Por um par de números antes / depois nos cenários de vocês. A medição é feita antes do piloto — senão não há com o que comparar.
E se nossos widgets forem raros e feitos em casa?
O caso comum. O motor descobre o que é o elemento e com o que conduzi-lo; os teimosos são ensinados ali mesmo, durante o piloto.
Meia hora de conversa já dá para começar
Contem onde a verificação trava. Vamos mostrar no nosso próprio formulário e dizer o que uma ferramenta tira de vocês e o que é questão de ordem, não de técnica. Se não houver o que tirar, falamos: vender algo supérfluo não compensa para nós — vocês iriam embora depois da primeira fatura.