
Ele começa vazio
Um cartão na tela inteira: crie a pessoa por quem você está caçando. Nada mais é mostrado, porque nada mais importa ainda.
O Qiksy Offer põe agentes do Claude para varrer o mercado inteiro — sites de empresa, ATS, sites de vagas, threads de contratação e sinais antecipados —, cruzar as vagas com o seu perfil, escrever candidaturas sob medida e continuar vigiando, para as vagas novas virem até você. Toda profissão de TI: desenvolvimento, QA, PM, design, DevOps.
Os primeiros achados chegam em três a oito minutos; a varredura completa leva uns quinze. É por isso: cada anúncio é aberto e lido por inteiro, não passado de olho pelo título. Você pode fechar a aba — a execução continua na sua própria máquina.
As frases do log são palavras da própria ferramenta. A execução foi redesenhada aqui para você ver como é uma busca sem precisar disparar uma.
Procurar emprego são horas de malabarismo com abas e copiar-e-colar. O Qiksy Offer transforma isso numa fila de agentes.
Tirado da ferramenta funcionando, sobre uma base de verdade — não de uma maquete. Em cada cartão: o cargo, uma nota de combinação, o raciocínio do agente contra aquele currículo específico, a região, as condições e a faixa salarial.

Stack, nível, formato de trabalho, inglês. O agente lê o próprio anúncio em vez das etiquetas do site de vagas, então “React” numa lista de habilidades e “React” no trabalho do dia a dia são duas coisas diferentes para ele.
Enfermeiros, cuidadores, auxiliares. Aqui a stack não decide nada; quem decide é o que o anúncio não mostra — nível de idioma, reconhecimento do diploma, escala de turnos, moradia oferecida pelo empregador, a faixa salarial. O agente confere exatamente isso, e avisa quando o anúncio fica em silêncio sobre o reconhecimento.
Em profissões presenciais a caça não roda “pela Alemanha” — ela roda por estados específicos, com as palavras que a profissão recebe localmente.
Setor aqui não é um rótulo — é o que o agente sabe: quais fontes varrer, como a profissão se chama localmente, e o que de fato decide a contratação naquele mercado.
Toda função da área — desenvolvimento, QA, PM, design, DevOps, dados. Páginas de carreira, ATS, sites de vagas e threads de contratação; o alcance do remoto e a senioridade lidos do próprio anúncio.
Enfermeiros, auxiliares de cuidados, cuidadores que moram no local. Buscados no idioma local e sob o título local, e pontuados pelo que realmente decide a proposta: reconhecimento do diploma, visto, nível de idioma, moradia, faixa salarial.
Logística, construção, hotelaria, contabilidade, ofícios — o que quer que você contrate. A interface continua sendo esta; o que a gente monta atrás dela é o seu motor: suas fontes, seus títulos de cargo, seus campos, sua pontuação.
O fluxo inteiro, tela por tela, na ordem em que você o encontra. Cada quadro é a própria ferramenta — gravada, não desenhada.

Um cartão na tela inteira: crie a pessoa por quem você está caçando. Nada mais é mostrado, porque nada mais importa ainda.

Fale ou digite, com as suas palavras. Nada de formulário de vinte campos — o agente pede uma história e transforma num currículo.

Contato, título, experiência, habilidades — preenchidos com o que você acabou de dizer. Todo campo continua seu para editar.

País de residência, idiomas, aviso prévio. Ele diz as lacunas em voz alta em vez de deixá-las caladas em branco — cada uma muda o que a busca consegue achar.

Os cargos brotam do candidato, tirados do currículo dele. O mais acrescenta um, o menos tira da caça sem excluir nada.

Adicione um segundo candidato e a coluna se agrupa por dono — um parceiro, um time, ou o banco inteiro de uma agência em um quadro só.

Escolha a janela — 3, 7, 14 ou 30 dias — e um botão roda todos os cargos de uma vez.

Radar, log ao vivo, progresso. Você pode fechar a aba: a execução continua na sua própria máquina, no seu próprio Claude.

Os achados caem um a um, o que mais combina primeiro. Blocos ou linhas — você escolhe.

A nota, por que combina com você, as condições. Embaixo de cada cartão: fixe, deixe uma nota ou arquive — e arquivado nunca é perdido.

Abas de status no alto, e depois candidato, geografia, frescor e um filtro de texto sobre tudo.

Abra um cartão e o agente escreve contra a redação e as exigências daquela vaga. Ele preenche o formulário e para antes de enviar — quem aperta enviar é você.
Candidatos, currículos, tudo o que os agentes acham e cada carta que eles escrevem são gravados em um arquivo no seu próprio disco. Não existe conta, não existe sincronização e não existe nuvem nossa guardando uma cópia — a gente não conseguiria ler os seus dados nem se quisesse.
A base inteira é um arquivo na sua própria pasta pessoal. Nada é enviado para lugar nenhum: os agentes rodam no seu computador, na sua própria conta do Claude.
Ajustes → Seus dados → Exportar salva esse arquivo. Na máquina nova, Importar traz de volta — somando ao que já está lá ou substituindo. Quem carrega o arquivo é você; ele nunca passa por nós.
Não temos cópia nenhuma, então não existe conta sua para ser invadida nem formulário de “apague meus dados” para preencher. Remover a ferramenta remove os dados junto.
A única consequência a saber: como não guardamos cópia, um computador novo começa vazio até você levar o arquivo. A sua chave de licença não está nesse arquivo — ela continua no e-mail da compra.
A busca completa é a mesma em todo plano — o que você paga é a automação e a escala.
um preço no mundo inteiro · anual, sem renovação automática · roda no seu próprio Claude
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Adicione um candidato, rode no Claude que já está na sua máquina, e o mercado vem até você — vagas que combinam, cartas prontas, um funil só e limpo que continua vigiando as aberturas novas. O primeiro candidato é grátis.
Começar a buscaGrátis para começar · nada sai do seu navegador · roda na sua conta do Claude
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